São Luís

Granorte investe em energia limpa e incentiva o desenvolvimento sustentável

A busca por soluções sustentáveis, além de reduzir impactos ambientais, é uma estratégia usada pelas empresas para reduzir custos. Recentemente, a Granorte firmou parceria com a Smart Energia, consultoria independente especializada em gestão de energia elétrica e consolidada como uma das três maiores do Brasil.

A Smart apresentou a oportunidade de economia por meio da migração ao Mercado Livre, que é um ambiente de negociação onde consumidores de grande porte podem comprar energia diretamente de um gerador, ao invés de comprar da concessionária.

Segundo Davi Ferro Costa, da diretoria da Granorte, é uma ótima forma de alinhar sustentabilidade e desempenho financeiro. “Ao mesmo tempo em que reduzimos nosso impacto ambiental, economizamos em mais de 20% nos custos com energia, ou seja, R$ 33 mil por mês, quantia que pode ser utilizada para outras finalidades”, afirma.

Davi Ferro explica que, na mineração, o custo de energia é representativo. No caso da Granorte, são mais de 50 motores elétricos de diferentes potências em operação diariamente. “Logo, uma solução limpa como essa favorece nosso desempenho financeiro”, revela.

O diretor ressalta que é muito importante que os empresários busquem soluções sustentáveis para seus negócios, uma vez que o mundo ficará para as próximas gerações, assim como as empresas. “É importante deixar um cenário sustentável aos nossos filhos”, frisa.

Segurança energética

De acordo com Marcos Kussek, gerente comercial da Smart Energia, o aumento do uso de energia renovável contribui para uma maior segurança energética, devido ao número de fontes, diluindo os riscos provocados pelos períodos de falta de chuvas e, também, o aumento das tarifas, em função da elevação do preço dos combustíveis fósseis.

“Além disso, as energias renováveis oferecem a possibilidade de um desenvolvimento social e econômico sustentável para as regiões onde são implementadas as novas usinas. O uso de fontes alternativas é um fator que ajuda a mitigar as alterações climáticas provocadas pela emissão de CO2 na atmosfera”, ressalta.

Ele explica que, como no Mercado Livre o consumidor tem a liberdade de escolher seu fornecedor, tanto o preço quanto as condições comerciais também podem ser negociadas. Isso torna esse mercado muito mais competitivo do que o regulado, onde as tarifas são definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Conforme Marcus Kussek, a empresa que deseja aderir ao Mercado Livre de Energia deve cumprir alguns pré-requisitos de acordo com a legislação atual, sendo um deles ter a demanda contratada mínima de 500 kW, o que equivale a uma fatura média superior a R$ 50 mil.

“Para o consumidor, a migração em si não dará trabalho, pois a Smart conduz o processo de ponta a ponta. Esse processo engloba desde a análise de viabilidade econômica da empresa em questão, passando pela adesão à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica até o suporte à adequação do Sistema de Medição e Faturamento”, explica.

Ganho para consumidores

De acordo com Marcus Kussek, o mercado livre oferece grandes oportunidades de ganho para os consumidores de todos os perfis, desde os mais conversadores até os arrojados. A migração possibilita um aumento de competitividade devido à redução de custos proporcionada, fazendo com que as empresas tenham mais caixa para investir no seu próprio negócio, seja com contratação de novos funcionários ou expandindo a operação.

“Apesar de ainda ser um mercado restrito a empresas de grande porte, a tendência é que, para os próximos anos, ocorra a abertura gradual do mercado, possibilitando que empresas com faturas menores também tenham a liberdade de escolher de quem desejam comprar, até que essa possibilidade chegue aos consumidores residenciais”, finaliza Kussek.

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Negros e índios foram os principais responsáveis pelas descobertas de ouro no Maranhão

O Brasil é um importante produtor de ouro, em especial na região dos municípios de Godofredo Viana, Cândido Mendes e Turiaçu, no Maranhão. Em Godofredo Viana, por exemplo, está instalada a Mineração Aurizona S/A, que lá atua desde 2010 e emprega cerca de 800 funcionários.

Segundo o engenheiro de Minas José Fernando Tajra Reis, a evolução dos conhecimentos sobre a região segue duas vertentes, sendo uma histórica e outra sem registro escrito, embora com vasta documentação de campo, haja vista os vestígios da ocupação do homem na atividade de garimpagem.

“Os negros e os índios, inicialmente explorados como mão de obra escrava, ao fugirem para o interior, já mesclados, fundaram quilombos e mocambos, sendo os principais responsáveis pelas descobertas de ouro em toda aquela região. Esses mestiços constituem a base étnica dos garimpeiros formigas, que até hoje resistem em anacrônicos mocambos por toda a Amazônia”, revela.

O primeiro registro histórico sobre a região refere-se à presença de um bem mineral e data de 1624 quando, em Lisboa, Estácio da Silveira publicou sua ‘Relação das Coisas do Maranhão’, na qual mencionou uma região rica em ouro e prata, na Amazônia Oriental. Diz a história que os portugueses de Jerônimo de Albuquerque, ao surpreenderem os franceses de Daniel da La Touche, então governador do Maranhão, encontraram ouro entre os mortos do Gurupi.

“No século XVII, a partir de 1678, os religiosos da Companhia de Jesus se estabeleceram como garimpeiros às margens dos rios Gurupi e Piriá. Em 1722, uma expedição organizada pelo governo maranhense realizou um levantamento das minas da região de Maracu, no rio Pindaré, atual Viana”, prossegue Fernando Tajra.

Viagem de exploração

No ano de 1818, o então governador-geral do Pará, Conde de Vila-Flor, incumbiu o desembargador Miguel Joaquim de Cerqueira e Silva de efetuar uma viagem de exploração de Bragança a Turiaçu, a qual durou seis meses. Como resultado da viagem, o desembargador trouxe para Belém uma pepita de ouro com 135g, além de 3 kg do metal em pó.

Já em 1853, durante uma perseguição aos quilombos e mocambos, nos rios Gurupi e Maracaçumé, notificou-se a presença de ouro em Montes Áureos e Monte Cristo.

Com base nessas informações, o governador do Maranhão, Eduardo Olímpio Machado, criou, em 1854, a Colônia Pirocaua, com 117 portugueses, administrados pela Companhia Progresso do Porto, além da Colônia Gurupi, dirigida por militares. No ano seguinte, foi criada a Colônia Maracaçumé, administrada pela Companhia Maranhense de Mineração, a qual contratou cerca de 40 chineses para a extração de ouro naquela área.

Depósitos auríferos

Em 1884, os mocambos fugindo dos índios urubus, descobriram os depósitos auríferos do rio Piriá. Em1887, durante a construção da linha telegráfica Pará-Maranhão, foram encontrados mocambeiros estabelecidos em Itamauari, garimpando o rio Caramuji. Em 1920, Guilherme Linde cadastrou 11 jazidas filonianas e 22 jazidas aluvionares, nointerflúvio Gurupi-Piriá, no Estado do Pará.

Somente em 1936 foi realizado um trabalho de cunho essencialmente geológico, quando Moura documentou as primeiras citações sobre a ocorrência de rochas pré- cambrianas nas bacias dos rios Piriá, Gurupi e Maracaçumé, destacando a existência de um conjunto de rochas de suposta idade arqueana, representado por gnaisses, granitos e anfibolitos. Denominou, também, Série Gurupi, de provável idade algonquiana, a uma sequência de metassedimentos, constituída por xistos, filitos, quartzitos, itabiritos, entre outros, cortados por frequentes veios de quartzo, por vezes auríferos.

“Há relatos da presença de rochas metassedimentares na bacia do rio Gurupi, com destaque para o importante plutonismo granítico com seus produtos de diferenciação, notadamente veios de quartzo auríferos e turmaliníferos, bem caracterizados naquela região”, conta Fernando Tajra.

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Ladrilhos hidráulicos estão em alta e demanda aumenta em São Luís

A demanda por ladrilhos hidráulicos está aumentando na capital maranhense. A informação é dos empresários Rafael Novaes e Larissa Borçoi, proprietários da Ladrilhos Brasil (@ladrilhosbrasil), que iniciou suas atividades no Maranhão em 2021. Esses revestimentos, segundo eles, imprimem charme e, não por acaso, sua escolha é capaz de definir o protagonismo e o visual de cada espaço. As pequenas placas de cerâmica, mármore, pedra, porcelana, argila e metal podem ser encontradas em variados formatos e são utilizadas para constituir uma superfície.

“Os ladrilhos hidráulicos remontam mosaicos bizantinos, sendo utilizados para decorar pisos e paredes como forma de expressar a história do lugar. São populares no Brasil desde o século XIX, onde o segredo da técnica foi transmitido aos imigrantes residentes no Brasil. Cada peça é produzida de forma 100% artesanal. Além disso, são produtos sustentáveis”, explica Rafael Novaes, informando que a Ladrilhos Brasil, com sede no Araçagi, atende o mercado brasileiro, principalmente as regiões Norte e Nordeste.

Em São Luís, segundo Larissa Borçoi, o uso desse tipo de material está em alta principalmente para a remontagem de projetos e obras civis. “A restauração de patrimônios arquitônicos é uma demanda que cresce gradativamente em cidades históricas como São Luís do Maranhão”, frisa ela, acrescentando que a empresa trabalha com modelos lisos, decorados, antiderrapantes e tátil, podendo ser hexagonais ou quadrados.

Os ladrilhos podem ser de cerâmica, barro cozido ou de cimento, empregados no revestimento de paredes ou de pavimentos. Um conjunto deles, lado a lado, sem espaços vazios entre eles, é chamado de mosaico. Se a ideia é usar em áreas molhadas, como lavanderias, cozinhas e banheiros, é preciso aplicar um produto impermeabilizante, como hidro óleo repelente ou resina de proteção, formando uma película que impeça o contato e a passagem de água.

Com as suas cores e estampas, os ladrilhos são ótimos aliados quando a ideia é trazer mais contraste e vida aos ambientes. Se a decoração é moderna, com móveis em linha reta e poucos detalhes, é possível criar um ponto focal com os ladrilhos, tanto em uma superfície inteira quanto em um espaço demarcado.

Esses revestimentos ainda combinam perfeitamente com decorações rústicas e vintage, sendo excelentes para áreas de lazer, espaços gourmet e churrasqueiras, além de cozinhas, banheiros e lavabos. Por conta da grande variedade de estampas e cores, é fácil combiná-los com inúmeras decorações. Afinal, sempre se conseguirá encontrar uma opção que utilize as tonalidades da paleta do ambiente, garantindo o clima desejado.

 

História

A primeira vez que se teve notícia do ladrilho foi em 1857, quando ele surgiu como uma alternativa ao mármore e às outras pedras usadas nas construções. O produto foi apresentado na Exposição Universal de 1867, em Paris, pela empresa Garret, Rivet i Cia, como uma forma de cerâmica que dispensava o cozimento e usava um sofisticado sistema de prensas.

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Escolha do agregado é essencial para a qualidade da obra

Eles são de suma importância para o setor da construção civil. Esses materiais granulares com dimensões e propriedades adequadas para a elaboração de concreto e argamassa são provenientes da mineração e sua granulometria é definida pelo processo de britagem. Na verdade, são as substâncias minerais mais consumidas no Brasil e no mundo.

O termo deriva do fato da areia e da brita serem utilizados para fabricação de produtos artificiais resistentes associados ao cimento para fabricação de concreto e ao betume para produção de asfalto. Areia, saibro, cascalho, rocha britada e reciclados são alguns exemplos. Eles podem ser utilizados na construção de habitações populares, edificações residenciais, comerciais, industriais, em obras públicas, serviços de infraestrutura, pavimentação e manutenção de ruas e estradas, entre outros.

Comparando-se com os outros setores da mineração, o de agregados tem características bem típicas, como grandes volumes de produção, beneficiamento simples e baixo preço unitário, havendo sempre a necessidade de proximidade entre a fonte produtora e o local de consumo.

Segundo Hellayne Gomes Farias, encarregada do Laboratório de Concreto da Megamix, que atua nesse mercado há 12 anos, a qualidade do material é algo decisivo para evitar patologias ou colapsos na estrutura.

“Nós sempre levamos em consideração a qualidade do insumo, atentando para o baixo material pulverulento, uma vez que o aumento desse material no concreto traz problemas em relação ao alto consumo de água e cimento e, consequentemente, referentes a calor de hidratação, que provoca anomalias no concreto”, frisa.

Segundo José Carlos Salgueiro, diretor da Granorte, empresa especializada na produção de material britado para construção, optar por um agregado de valor barato (composto por britas que podem ser de diferentes granulometrias) apenas por economia e não se atentar à sua qualidade pode gerar um custo mais alto na hora da compra do cimento.

“O cliente pode comprar agregados em locais que não seguem os padrões de qualidade e misturá-los. Logo, quando ele for realizar o concreto, possivelmente terá problema com relação a sua resistência”, afirma.

Há uma série de agregados que servem para diferentes tipos de funções. Eles se dividem, primariamente, em duas categorias: miúdos e graúdos. Os agregados miúdos (areia) são utilizados para a fabricação de argamassas para reboco, contrapiso, na fabricação de argamassas colantes e também nos concretos. Já os graúdos, brita 0 e brita 1, são utilizados para a fabricação dos concretos.

Quando se fala em agregados para concreto, os principais são brita 1, brita 0, pedriscos e areia. Todo concreto necessita de areia. Já as britas podem ser utilizadas em conjunto para concretos convencionais, tipo blocos de fundação, estruturas (pilares e vigas). Isoladamente, é comum utilizar a brita 0 em concretos para estacas moldadas in loco (do tipo hélice contínua) e em paredes de baixa espessura.

Além de melhorar o desempenho do concreto, os agregados podem proporcionar economia, uma vez que sua compacidade (baixo teor de vazios) depende da curva granulométrica e a composição dos agregados no traço, fazendo com que o consumo de cimento seja baixo. Consequentemente, gera também uma economia, pois o cimento é o insumo mais caro na formulação de concreto.

 

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Granorte S/A é a nova patrocinadora do Moto Club

Pioneira no Maranhão na área de exploração, beneficiamento e comercialização de material britado para construção, a Granorte S/A é a mais nova patrocinadora do Moto Club, time que entra em uma nova fase dentro da zona de classificação do Grupo B do Campeonato Estadual. A ideia do novo presidente, Yglésio Moisés, é promover uma reestruturação geral do clube, associando-se, também, às grandes marcas.

Segundo Yglésio Moisés, a Granorte S/A é mais uma das empresas que acreditaram no projeto, entrando como parceira por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte para fortalecer as categorias de base.

“No caso, iniciaremos com o time sub-19 do Moto Club, que, claro, permitirá ao clube uma possibilidade de revelar novos jogadores, fazer uma complementação de elenco para competições mais longas, principalmente como a Série D do Campeonato Brasileiro. Portanto, esse apoio da Granorte S/A é fundamental para um Moto Clube cada vez mais forte”, disse o presidente.

Para o coordenador do setor de Marketing da Granorte S/A, publicitário Pedro Salgueiro, apoiar o esporte maranhense é fundamental. “É um reforço para um time que busca ascender e tem grandes chances a partir dessa fase, inaugurada com a nova gestão, comandada por Yglésio Moisés, que está buscando melhorar as condições do grupo, incentivando os jogadores e promovendo uma reestruturação administrativa completa. Nós, da Granorte S/A, também temos esse pensamento de que é preciso crescer cada vez mais, primando pela qualidade daquilo que fazemos”, finalizou Pedro Salgueiro.

De acordo com Pedro Salgueiro, a Granorte S/A está no mercado desde 1972, há 50 anos, e zela continuamente pela melhoria de seus serviços e produtos, os quais passam por um rigoroso controle de qualidade. A empresa, aliás, é detentora dos selos de Qualidade, ISO 9001, e Meio Ambiente, ISO 14001, sendo a única no Brasil nessa área a conquistar as duas certificações, alem de ser a maior pedreira do Maranhão . “Nós estamos sempre investindo em tecnologia, máquinas e equipamentos”, ressalta.

Prestes a iniciar a disputa do Campeonato Brasileiro da Série D, o Papão do Norte está sob os auspícios do técnico Júlio César Nunes, em substituição a Carlos Ferro, que pediu demissão após o empate contra o Pinheiro, por 1×1. Atualmente na segunda colocação do Grupo B, o Moto tem como destaque o atacante Dagson, artilheiro da temporada. O time, aliás, conseguiu chegar à final do primeiro turno do Campeonato Maranhense.

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Granorte explica etapas do processo de britagem

Existente em diferentes tipos, a brita é utilizada como agregado para construção em geral, o que mostra como ela é importante. É exatamente para extrair pedaços grandes de rocha e transformá-las nessa brita, posteriormente utilizada como agregado, que existe o processo de britagem, posto em prática com total segurança e cuidado na Granorte S/A, no município de Bacabeira (MA). Cada etapa segue as mais rigorosas normas e procedimentos.

            Segundo o gerente de produção Jonathan Patrick de Barros Aleixo, tudo começa com a limpeza do terreno, ou seja, a retirada da camada de solo e argila sobre a rocha. Para esse trabalho, são utilizados escavadeiras e caminhões. Depois, é feita a marcação da área a ser desmontada.

            Em seguida, o terreno é perfurado para que sejam colocados explosivos em trechos estratégicos definidos anteriormente. Uma equipe técnica do Exército fiscaliza os explosivos utilizados no desmonte. Os níveis de ruído e vibração devem estar de acordo as normas estabelecidas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente. A partir daí, é realizado o desmonte da rocha.

            Depois dessa etapa, o material é transportado para as máquinas de britagem, que reduzem o tamanho das pedras. O processo começa pela britagem primária, que reduz o material de 90 centímetros a 35 centímetros. Na britagem secundária, as pedras são reduzidas a até 70 milímetros. Depois, começa a terceira fase, quando o material é reduzido a até 2 ou 3 milímetros. Depois daí, o material segue para as peneiras de classificação. A brita é classifica em pó, 0, 1, 2 e 3, lastro ferroviário e demais matérias para base e sub-base.

Decapagem

– Nesse processo é efetuada a limpeza do terreno para remoção da camada de solo e argila sobre a rocha, ou seja, material impróprio para a britagem.

Desmonte da rocha

– Por meio de explosivos colocados em trechos onde foram feitas as perfurações

Transporte do material para as máquinas de britagem

– O carregamento do material detonado é feito com escavadeiras e caminhões que transportam até a área de britagem primária.

Britagem

Primária

– O material é descarregado e lançado para dentro do britador, onde é triturado.

Secundária

– Nessa fase, o material proveniente da etapa primária é lançado para dentro de outro britador, que reduz ainda mais as dimensões das pedras.

Terciária

O produto é reduzido a até 95%.

Peneiramento, classificação e lavagem

– O material proveniente da britagem secundária é submetido a processos de peneiramento, em peneiras vibratórias inclinadas. Nessas estruturas estão instalados bicos injetores que aspergem água sobre o material em processo de peneiramento com o objetivo de retirar o excesso de poeira.

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Um mineral presente no nosso dia a dia

Ela é essencial para reforço e sustentação de concretos, assentamento e pavimentação de vias, rodovias, ferrovias, túneis e barragens, bem como para a edificação de empreendimentos comerciais e habitacionais. Nem sempre nos damos conta, mas a verdade é que brita é algo mais presente no nosso dia a dia do que imaginamos.

Basta atentar para o fato de que em lajes, pilares e vigas das construções, geralmente os traços empregados contêm brita. Artefatos de concreto também são feitos utilizando aquelas de granulometria menor. Pisos industriais, como granilite, são outros exemplos de utilização desse mineral.

Muita gente não se dá conta, mas a pedra brita está presente em obras robustas de infraestrutura, em drenagem, nos subleitos de pistas de tráfego pesado e lastro de ferrovias, em ambientes decorativos, especialmente em áreas verdes internas e, externamente, em jardins.

O mineral é, sem dúvida, um dos materiais de maior relevância na área da construção civil. A brita é gerada a partir da fragmentação de diversos tipos de rochas, como o calcário, gnaisse, granito e basalto. Primeiramente, são extraídos grandes blocos de maciços rochosos com explosivos e máquinas perfuradoras.

Os explosivos são colocados em locais estratégicos na rocha para realizar a fratura e desmonte da rocha em pedaços menores. As pedras “desmontadas” são transportadas para área de britagem. A britagem ocorre em trituradores em varias etapas para obtenção das granulometrias corretas.

A brita na construção é misturada com cimento, areia e água para a fabricação do concreto utilizado na construção das fundações, estruturas e calçadas. Sua utilização, com granulometria correta, garante que o concreto tenha poucos espaços vazios. Essa característica aumenta sua resistência e economiza na quantidade de cimento.

Como vimos, a brita está ligada intimamente à construção civil. Em todos os cenários de construção, sempre haverá espaço para sua aplicação. É um material de uso histórico e ligado fortemente ao setor, além de ser um material que proporciona bom desempenho, seja aplicado de maneira bruta ou a partir da mistura com outros materiais.

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Demanda para o setor da construção civil tende a crescer em 2022

Após dois anos de pandemia, reformas, mudanças e construção devem ser intensificadas a partir de agora.

As perspectivas para o setor da construção civil em 2022 são as melhores possíveis. É que após quase dois anos enfrentando a pandemia, as pessoas estão buscando novas oportunidades e possibilidades, incluindo reformas, mudanças e construção. Com o público consumidor mais seguro em relação ao andamento dessas obras, é possível que a demanda dê um salto nos próximos meses.

Além disso, um ano eleitoral é fator positivo para o setor, uma vez que os gastos públicos com obras e melhorias na infraestrutura tendem a aumentar. “Frente à alta dos juros e de um cenário de incertezas na economia, a demanda por materiais e mão-de-obra para construção deve seguir crescendo”, analisa o consultor de negócios Ricardo André Carreira.

Mesmo durante os momentos mais críticos da pandemia de Covid-19, o setor da construção civil se manteve forte no Brasil. O setor cresceu 2,7% no segundo trimestre de 2021, mesmo com a economia nacional se mantendo em relativa estabilidade, conforme os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados em setembro. Para este ano, a expectativa é que o segmento se mantenha em alta, apesar da chance de recessão econômica.

Um aspecto que pode influenciar o crescimento do setor em 2022 são os investimentos represados. Durante a pandemia, muitas pessoas preferiram não entrar em grandes investimentos, que devem ser feitos a partir deste ano.

Papel – Na opinião de Ricardo Carreira, o mercado imobiliário residencial teve um papel importante para a manutenção do setor de construção civil nos últimos anos. “Analisando os dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), observa-se que as vendas de imóveis aumentaram 26,1% em 2020 e, no segundo trimestre de 2021, houve alta de 72,1% na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior”, frisou.

Ano passado, um segmento que se destacou foi o mercado imobiliário de luxo, que registrou um crescimento de 32% em relação a 2020, segundo a Abrainc. Esse foi o setor que menos sofreu com a pandemia e, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o número de lançamentos de imóveis de luxo foi de 60.322 unidades no segundo trimestre de 2021.

Diferentemente do mercado imobiliário residencial, a construção civil de indústrias e pontos de varejo não pára, mas se adapta de acordo com as demandas do momento. Em um momento de retração de diversos setores, é esperado que as lojas e fábricas pausem, ao menos temporariamente, os planos de expansão, ampliação e reformas, focando apenas nos reparos essenciais.

Para este ano, as previsões são de crescimento entre 5% e 10% diante de uma alta de 3% do PIB. Diante dos olhos dos especialistas, um dos maiores incentivos, inclusive em época de pandemia, é a viabilidade de crédito proporcionada pelo governo, que incentiva o mercado em taxas junto com os bancos. Neste cenário, sabemos que o mercado não terá crédito para sempre e talvez o crescimento se atenue um pouco.

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