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Centro das Indústrias do Maranhão retomará atividades com nova diretoria

O empresário Cláudio Azevedo é o novo presidente do Centro das Indústrias do Maranhão (Cimar) para o biênio 2022-2024. A entidade sem fins lucrativos retoma suas atividades para aproximar empresas industriais, agroindustriais, do agronegócio, empresários, associações ligadas ao setor produtivo e afins, bem como aquelas com a finalidade diretamente relacionada aos interesses da indústria.

“O Centro renasce com uma proposta em defesa da indústria, da agroindústria e do agronegócio. É um momento muito importante para que todas as entidades de classe possam se unir neste momento de crise econômica no Brasil”, disse Cláudio Azevedo, que também atua no setor industrial como presidente do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Maranhão, ex-presidente da Associação das Siderúrgicas do Brasil em Brasília, ex-presidente da Associação dos Criadores do Maranhão e vice-presidente executivo da Fiema.

O Cimar, conforme Azevedo, atuará em defesa das empresas. “É uma forma que nós encontramos de trazê-las para a Casa da Indústria, uma vez que a própria Fiema tem uma estrutura sindical. Muitas das vezes, as empresas são representadas pelos seus sindicatos. Agora, elas estarão aqui participando conosco das discussões e decisões econômicas e políticas”, complementou.

A diretoria é formada ainda pelos empresários Luiz Carlos Cantanhede Fernandes (1º vice-presidente), Celso Gonçalo de Sousa (diretor administrativo), João Batista Rodrigues (diretor financeiro), Fernando Palácio Duailibe, José Antônio Gorgen, Benedito Bezerra Mendes, Fábio Ribeiro Nahuz,  Nelson José Nagem Frota (membros efetivos do Conselho Fiscal), Pedro Robson Holanda da Costa e Nayhara Miranda Vasconcelos (suplentes do Conselho Fiscal).

A eleição e a posse ocorreram na sede da Fiema, reunindo empresários de diversos setores, além de presidentes das entidades de classe da Fiema, Faema/Senar, ACM-MA, Sebrae, Fecomércio e Ascem, recebidos pelo anfitrião, Edilson Baldez das Neves, presidente da Fiema.

O líder do setor industrial frisou a importância da reestruturação do Cimar para o setor empresarial. “Vejo um Cimar novo, forte, mobilizado, e que renasce em um momento onde há a compreensão da força do empresariado, da importância da união das entidades de classe do comércio, da agricultura, da indústria, enfim, todos juntos para alçarmos os objetivos, que não são nossos, mas que serão capazes de destravar caminhos que levarão à geração de riquezas para o nosso estado e renda para a nossa população, além de empresas mais fortes, bem representadas e competitivas”, afirmou Edilson Baldez.

 

Atividades

O Cimar foi fundado em 1967, mas estava com as atividades paralisadas desde 2003. Teve como primeiro presidente o empresário e executivo Luís da Rocha Porto, do ramo da Oleaginosas Maranhenses S/A (Oleama), indústria fabricante de sabões, velas, óleo de coco de babaçu e produtos saneantes.

Em 2019, ressurgiu a partir da mobilização de um grupo formado pelo setor produtivo e por antigos associados, que elegeu uma diretoria provisória, presidida por Luiz Fernando Renner, que é vice-presidente executivo da Fiema e coordenador do Grupo de Trabalho “Pensar o Maranhão”. Até então, atuou na aprovação do novo estatuto social da entidade, com alterações, principalmente, na composição da diretoria, mandatos e abrangência econômica, assim como a atração de novos sócios e promoção de processo eleitoral da nova diretoria, que ocorreu nesta terça-feira, 5.

Daqui para frente, a proposta é que as ações se sustentem na preservação dos interesses gerais do setor e de seus associados, além de fomentar discussões, debates, levando até as autoridades competentes temas de interesse das classes produtoras, entre eles, entraves que impedem o desenvolvimento econômico do estado.

 

Pós-crise

O presidente da Fecomércio, Maurício Feijó, disse que a pandemia fortaleceu a relação entre as entidades e que o Cimar somará nesse momento pós-crise. “Estamos juntos, integramos vários projetos durante a pandemia, como o Avança Maranhão, o Pensar o Maranhão, e unidos superaremos os entraves com o setor público e com o setor privado”.

O presidente da Associação Comercial do Maranhão, Cristiano Fernandes, destacou que agora é a hora da retomada das atividades econômicas e de um novo momento para o Maranhão. “Essa união é de suma importância, vamos colocar em prática muita coisa pensada nesse período”.

Ladrilhos hidráulicos estão em alta e demanda aumenta em São Luís

A demanda por ladrilhos hidráulicos está aumentando na capital maranhense. A informação é dos empresários Rafael Novaes e Larissa Borçoi, proprietários da Ladrilhos Brasil (@ladrilhosbrasil), que iniciou suas atividades no Maranhão em 2021. Esses revestimentos, segundo eles, imprimem charme e, não por acaso, sua escolha é capaz de definir o protagonismo e o visual de cada espaço. As pequenas placas de cerâmica, mármore, pedra, porcelana, argila e metal podem ser encontradas em variados formatos e são utilizadas para constituir uma superfície.

“Os ladrilhos hidráulicos remontam mosaicos bizantinos, sendo utilizados para decorar pisos e paredes como forma de expressar a história do lugar. São populares no Brasil desde o século XIX, onde o segredo da técnica foi transmitido aos imigrantes residentes no Brasil. Cada peça é produzida de forma 100% artesanal. Além disso, são produtos sustentáveis”, explica Rafael Novaes, informando que a Ladrilhos Brasil, com sede no Araçagi, atende o mercado brasileiro, principalmente as regiões Norte e Nordeste.

Em São Luís, segundo Larissa Borçoi, o uso desse tipo de material está em alta principalmente para a remontagem de projetos e obras civis. “A restauração de patrimônios arquitônicos é uma demanda que cresce gradativamente em cidades históricas como São Luís do Maranhão”, frisa ela, acrescentando que a empresa trabalha com modelos lisos, decorados, antiderrapantes e tátil, podendo ser hexagonais ou quadrados.

Os ladrilhos podem ser de cerâmica, barro cozido ou de cimento, empregados no revestimento de paredes ou de pavimentos. Um conjunto deles, lado a lado, sem espaços vazios entre eles, é chamado de mosaico. Se a ideia é usar em áreas molhadas, como lavanderias, cozinhas e banheiros, é preciso aplicar um produto impermeabilizante, como hidro óleo repelente ou resina de proteção, formando uma película que impeça o contato e a passagem de água.

Com as suas cores e estampas, os ladrilhos são ótimos aliados quando a ideia é trazer mais contraste e vida aos ambientes. Se a decoração é moderna, com móveis em linha reta e poucos detalhes, é possível criar um ponto focal com os ladrilhos, tanto em uma superfície inteira quanto em um espaço demarcado.

Esses revestimentos ainda combinam perfeitamente com decorações rústicas e vintage, sendo excelentes para áreas de lazer, espaços gourmet e churrasqueiras, além de cozinhas, banheiros e lavabos. Por conta da grande variedade de estampas e cores, é fácil combiná-los com inúmeras decorações. Afinal, sempre se conseguirá encontrar uma opção que utilize as tonalidades da paleta do ambiente, garantindo o clima desejado.

 

História

A primeira vez que se teve notícia do ladrilho foi em 1857, quando ele surgiu como uma alternativa ao mármore e às outras pedras usadas nas construções. O produto foi apresentado na Exposição Universal de 1867, em Paris, pela empresa Garret, Rivet i Cia, como uma forma de cerâmica que dispensava o cozimento e usava um sofisticado sistema de prensas.

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