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Crescimento imobiliário acompanha projeção global dos Lençóis Maranhenses

Com novos empreendimentos, valorização acelerada e interesse de investidores e moradores, município se consolida como um dos mercados mais promissores do Maranhão

BARREIRINHAS – O município de Barreirinhas, conhecido como a principal porta de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, está deixando de ser apenas um destino turístico para se firmar também como um polo promissor do mercado imobiliário. Desde 2024, a região vem experimentado um crescimento acelerado no setor, com canteiros de obras se multiplicando e novos empreendimentos surgindo.

O movimento é visível nas ruas, com terrenos antes vazios dando lugar a condomínios planejados, e pousadas sofisticadas e residências de alto padrão incrementando a paisagem. A transformação acompanha o aumento expressivo da visibilidade internacional dos Lençóis Maranhenses, que vêm conquistando viajantes do mundo inteiro, bem como investidores atentos ao potencial da região.

Há também uma demanda crescente por moradia fixa. Famílias locais e pessoas oriundas de outras cidades buscam na região a oportunidade de adquirir a primeira casa, impulsionadas pelo desenvolvimento econômico e pela melhoria gradual da infraestrutura urbana. Ao mesmo tempo, cresce o interesse por segundas residências, especialmente em áreas mais exclusivas e próximas da natureza. Santo Amaro, por exemplo, desponta como um dos destinos preferidos dentro da região dos Lençóis, atraindo quem deseja um refúgio com paisagens únicas e acesso privilegiado às lagoas.

Projetos – Nesse cenário de expansão, empresas como a Granorte Incorporação apostam no potencial da região com projetos que combinam planejamento, valorização imobiliária e respeito às características locais. A atuação da incorporadora reflete uma tendência do mercado, ou seja, empreendimentos pensados não apenas para atender à demanda crescente, mas também para elevar o padrão de qualidade e infraestrutura, contribuindo para a consolidação de Barreirinhas como um novo eixo de investimentos no Maranhão.

Nos condomínios mais recentes, já é possível encontrar lotes de alto padrão com propostas que vão além do básico: clubes completos, áreas de lazer sofisticadas e até helipontos integram alguns projetos. A ideia é oferecer não apenas um imóvel, mas uma experiência de vida alinhada ao turismo de alto padrão que cresce na região.

O momento é de expansão, mas também de atenção. Especialistas destacam a importância de planejamento urbano e sustentabilidade para garantir que o crescimento ocorra de forma equilibrada, preservando o principal ativo da região: sua natureza singular, o que nos motiva a criar projetos em sintonia com a exuberância do lugar”, diz o executivo Pedro Salgueiro, da Granorte Incorporação.

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Brita sustenta avanço da construção civil no Maranhão em 2026

Insumo essencial para obras de infraestrutura e habitação mantém demanda aquecida no estado, apesar de desafios econômicos e pressões por maior sustentabilidade no setor mineral

SÃO LUÍS – A pedra brita segue como um insumo fundamental para obras públicas e privadas, mantendo forte correlação com a dinâmica da construção civil e dos investimentos em infraestrutura no Maranhão em 2026. A brita, agregado mineral utilizado na concretagem, pavimentação, fundações e estruturas, continua sustentando boa parte das obras de infraestrutura urbana e rural, desde estradas vicinais e saneamento até edifícios e habitações populares.

Este ano, embora o setor de construção civil no Brasil tenda a enfrentar um ritmo de crescimento mais contido em relação aos anos anteriores, devido a um cenário econômico ainda desafiador, a demanda por agregados como a pedra brita no Maranhão vem sendo impulsionada pela continuidade de programas públicos de infraestrutura e por projetos residenciais em municípios do interior, que buscam atender à urbanização e regularização fundiária.

Um exemplo é a obra de extensão da Avenida Litorânea, um dos principais projetos de mobilidade urbana da capital e da região metropolitana. A obra, que dobra de extensão a avenida que liga o bairro Olho d’Água à Praia do Araçagi, integrando São Luís e São José de Ribamar, envolve uma série de etapas de engenharia que dependem diretamente da brita como insumo básico para garantir estabilidade, resistência e durabilidade das camadas estruturais da pavimentação e dos dispositivos de contenção do solo.

Nessa obra da Litorânea, a brita é utilizada tanto na composição das camadas de sub-base e base da via, garantindo a sustentação adequada do pavimento, quanto em aplicações específicas como enrocamento em áreas de erosão e estabilização de taludes, importantes em um trecho litorâneo sujeito tanto a ação da água quanto às condições climáticas da região.

O Maranhão, aliás, figura entre os estados com consumo significativo de agregados no Nordeste, com cerca de 14 milhões de toneladas consumidas em períodos recentes. Isso, de certa maneira, enfatiza a relevância da brita no cenário nacional, sobretudo em razão da intensificação de obras rodoviárias, de mobilidade urbana e de saneamento básico que demandam brita em grande escala.

No contexto nacional, a perspectiva para o mercado de agregados aponta para expansão moderada a partir deste ano, com crescimento projetado até 2034, sustentado por gastos em infraestrutura e construção residencial.

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Desafios e práticas devem orientar planejamento de empresas da construção civil em 2026

 

Segurança e qualidade das obras serão itens a serem levados em conta

O setor da construção civil voltou a crescer. O percentual é 1,3% no terceiro trimestre de 2025 em relação a 2024, e isto supera o desempenho da economia como um todo. Quem conclui é da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Assim sendo, o planejamento para este ano exige atenção redobrada, entendendo quais práticas, ferramentas e investimentos são indispensáveis para manter a competitividade no mercado.

A busca por eficiência deve se intensificar em 2026. Com um mercado mais competitivo e consumidores mais atentos aos prazos, as construtoras passam a concentrar esforços em entregas antecipadas ou, no mínimo, rigorosamente dentro do cronograma. É uma estratégia que se tornou um diferencial importante, especialmente em empreendimentos residenciais e corporativos.

Para alcançar esse ritmo mais acelerado, as empresas estão revisando processos, investindo em metodologias de gestão de obra e adotando soluções que reduzam retrabalho, uma das principais causas de atrasos e desperdícios no setor. A preservação de etapas já concluídas faz parte desse movimento. Elementos como pisos, revestimentos e esquadrias passam a demandar maior atenção desde o momento da instalação, uma vez que qualquer dano pode resultar não apenas em custos extras, mas também em atraso nas próximas fases do cronograma.

A segurança no canteiro de obras sempre foi um requisito legal, mas nos últimos anos ela passou a ocupar um papel mais estratégico dentro das construtoras. A mudança ocorre porque as empresas perceberam que canteiros mais organizados e limpos não apenas reduzem acidentes, mas também aumentam produtividade, diminuem retrabalhos e tornam o fluxo de trabalho mais previsível.

Especialistas apontam que o setor deve intensificar práticas que promovam previsibilidade na rotina da obra. Isso inclui treinamentos contínuos, sinalização adequada, ferramentas de checklist digital e uso de materiais que minimizem riscos no dia a dia. Superfícies protegidas também contribuem nesse cenário. Além de evitar danos que possam gerar retrabalho, reduzem riscos de escorregamentos, tropeços e queda de materiais, criando um ambiente mais seguro para equipes e prestadores de serviço.

Custo por metro quadrado

O custo da construção segue pressionado. Segundo o Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI), em março de 2025 o custo por metro quadrado atingiu R$ 1.810,25, com parcela significativa relativa a materiais.

Diante desse cenário, economizar com retrabalhos, desperdício e danos torna-se essencial. Investir em métodos e soluções que protejam materiais já assentados, evitem retrabalho e preservem a durabilidade do acabamento é uma estratégia inteligente — e muitas vezes decisiva para a saúde financeira da obra.

Consumidores estão mais atentos aos detalhes, influenciados pela facilidade de comparar imóveis, pelo aumento da competitividade e pela valorização da experiência do cliente na entrega. Pequenas falhas visuais, riscos no piso, manchas, lascas ou peças substituídas de última hora podem comprometer a percepção de qualidade do empreendimento, mesmo quando o projeto estrutural é bem-executado.

O acabamento pode ser um dos principais fatores de desistência de compra durante visitas de inspeção e entrega de unidades. Essa mudança de comportamento tem levado construtoras a intensificar inspeções internas, adotar padrões mais altos de controle e ampliar cuidados no pós-colocação. A atenção ao que já está finalizado evita custos extras e acelera o processo de entrega, além de garantir que o imóvel chegue ao cliente com o nível de excelência prometido.

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Construção civil é vetor da transição climática

Cenário se desdobra em uma agenda doméstica, onde iniciativas sinalizam articulação entre público e privado
A COP30 marcou um momento decisivo para o setor da construção, especialmente no que se refere à redução de emissões e à adoção de práticas sustentáveis. É que o segmento de edificações representa cerca de 34% das emissões globais de CO2, o que o coloca como um dos vetores mais relevantes da transição climática. A constatação é da World Green Building Council.
No Brasil, esse cenário se desdobra em uma agenda doméstica, onde iniciativas como a Câmara Brasileira da Indústria da Construção e a Coalizão pela Habitação Net-Zero 2050 sinalizam articulação entre público e privado para descarbonizar a cadeia habitacional nos próximos 25 anos.
Para a Indústria da Construção Civil, a COP30 traz uma nova lógica: da negociação para a implementação. O foco, conforme destaca a United Nations Environment Programme, é transformar compromissos em entregas. Isto porque o setor, com suas tecnologias, processos e cadeias produtivas, está no centro dessa transformação.
Já se observa no país que a média de emissões de edifícios está em torno de 220 kgCO2e/m², o que demonstra avanços importantes, frente a metas de países desenvolvidos, ainda que haja um grande desafio para ampliar o uso de tecnologias de baixo carbono em escala nacional.
A convergência entre a agenda da COP30 e o setor da construção abre oportunidades para inovação tecnológica, reformas de processos e novas políticas públicas que poderão redefinir a forma como construímos, habitamos e regeneramos as cidades para o futuro.
Debates públicos e privados
Aliás, com a proximidade do final do ano, o futuro da Indústria da Construção Civil volta à pauta central em diversos fóruns de debate, públicos e privados. É que o setor construtivo tem se confirmado como grande gerador de emprego e renda, sendo ainda ferramenta indispensável para o combate ao déficit habitacional por todo o país.
Os resultados têm sido comemorados diante do sucesso alcançado a partir da interação transparente entre a indústria e o poder público, no sentido de fomentar e tirar do papel políticas habitacionais. O futuro do setor, especialmente o da Indústria Imobiliária, passa indubitavelmente pela habitação de interesse social.

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Agregados para construção são muito mais do que simples insumos, diz membro da Frente Parlamentar da Mineração Sustentável

Deputado Arnaldo Jardim afirma que principal desafio para o país é conciliar demanda crescente por agregados com necessidade premente de sustentabilidade e eficiência

Arnaldo Jardim, deputado federal membro da Frente Parlamentar da Mineração Sustentável, diz que o principal desafio para o país é conciliar a demanda crescente por agregados com a necessidade premente de sustentabilidade e eficiência. Ele diz que o setor enfrenta a complexidade do licenciamento ambiental, que, quando moroso, dificulta o planejamento e pode levar a gargalos no abastecimento. Somam-se a isso os altos custos logísticos, já que o transporte é um fator crucial para um produto de baixo valor unitário, pressionando o preço final das obras.

Superar esses obstáculos exige um olhar estratégico que una agilidade regulatória, com licenças ágeis, porém rigorosas, e um forte compromisso com as melhores práticas ambientais. O ideal é incentivar a inovação, incluindo a reciclagem de resíduos da construção, e integrar o planejamento da mineração de agregados aos planos diretores municipais. Dessa forma, é possível garantir o suprimento essencial para a infraestrutura de forma competitiva, legal e ambientalmente responsável.

“Os agregados para construção são muito mais do que simples insumos. São a base física sobre a qual nossas cidades se desenvolvem. Seu papel é absolutamente fundamental, e enxergá-los como uma questão de planejamento estratégico é essencial para construirmos cidades mais inteligentes, resilientes e sustentáveis no futuro. No cerne desse planejamento, está a necessidade de integrar a disponibilidade desse recurso à expansão urbana”, diz o deputado.

Conforme Arnaldo Jardim, as fontes de agregados devem ser consideradas, previstas em planos diretores para evitar conflitos de uso do solo e garantir que a matéria-prima para habitação, mobilidade e saneamento esteja disponível a um custo viável, próximo aos centros de consumo.

“Uma cidade que não planeja sua fonte de agregados está fadada a ter obras mais caras, mais demoradas e com maior impacto ambiental devido ao transporte de longo curso. Além disso, as cidades do futuro exigirão uma economia circular robusta. Nesse sentido, os agregados reciclados provenientes de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) serão pilares para a sustentabilidade urbana, transformando passivos ambientais em recursos valiosos e reduzindo a pressão sobre a extração de recursos naturais virgens”, enfatiza o deputado, acrescentando que o papel dos agregados evolui, pois são a base tradicional da construção e, cada vez mais, essencial para um modelo de desenvolvimento urbano mais eficiente e regenerativo.

Ordenamento territorial

O parlamentar analisa o ordenamento territorial como um dos pilares estratégicos para o setor de agregados, mas também um desafio complexo que exige integração entre políticas públicas, gestão ambiental e planejamento econômico. No Congresso Nacional, essa discussão, conforme ele, deve avançar por meio de propostas que harmonizem a extração mineral com o desenvolvimento regional sustentável, considerando a diversidade geográfica, social e econômica do país.

“Dados do Instituto Brasileiro de Mineração mostram que mais de 70% dos conflitos envolvendo mineração estão relacionados a questões fundiárias e ambientais, o que evidencia a urgência de uma regulação territorial clara e eficiente”, informa.

A Frente Parlamentar da Mineração Sustentável tem atuado como um fórum central para promover debates técnicos e elaborar propostas legislativas que equacionem a necessidade de agregados, fundamentais para infraestrutura, habitação e mobilidade, com a proteção de áreas sensíveis, como bacias hidrográficas, zonas de preservação permanente e regiões metropolitanas.

Um exemplo é o Projeto de Lei 2.780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos e estabelece diretrizes para que a exploração mineral esteja integrada ao ordenamento territorial, trazendo mais previsibilidade, segurança jurídica e sustentabilidade. Outro é o Projeto de Lei 1.105/2023, que moderniza o licenciamento ambiental, oferecendo mais clareza, previsibilidade e segurança jurídica ao setor.

Para Fernando Mendes Valverde, diretor de Relações Institucionais da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção, o setor de agregados para a construção vive um momento de grandes desafios, mas também de reafirmação da sua importância para o desenvolvimento do Brasil. Segundo ele, mesmo com um crescimento modesto entre 2024 e 2025, a indústria de agregados segue sendo fundamental para atender à crescente demanda por obras de infraestrutura, saneamento e habitação, pilares indispensáveis para o avanço econômico e social do país.

“Como entidade representativa do setor, a Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção tem se mantido ativa e presente nos principais canais de diálogo e tomada de decisão. Neste ano, ocupamos importantes espaços de debates que reforçam a relevância da representatividade institucional, entre eles, a Frente Parlamentar de Mineração, em suas esferas federal e estadual, espaços estratégicos para a construção de políticas públicas que garantam segurança jurídica, sustentabilidade e competitividade à atividade mineradora”, frisa Fernando Mendes Valverde.

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Granorte se despede da Expo Indústria Maranhão 2025 com saldo positivo de visitantes em seu estande

Empresa especializada na exploração, beneficiamento e comercialização de material britado recebeu em torno de dois mil e 500 visitantes ao longo de quatro dias de programação
SÃO LUÍS – Foi um sucesso a participação da Granorte na sexta edição da Expo Indústria Maranhão. A empresa pioneira no trabalho de exploração, beneficiamento e comercialização de material britado para construção recebeu mais de dois mil e 500 visitantes ao longo de quatro dias de programação, realizada no Multicenter Negócios e Eventos, no bairro Cohafuma.
Em um estande moderno e acolhedor, o público ficou por dentro do trabalho realizado pela empresa e ainda vivenciou uma experiência inédita na Sala 360o, onde dava para ver, de todos os ângulos, a transformação da pedra bruta em desenvolvimento. Nessa sala de imersão, foram usados painéis de LED, em sintonia com a proposta da Expo Indústria Maranhão 2025, que abordou as novas tecnologias.
Ao visitar o estande, o público era convidado a entrar na sala especial, onde era exibido um vídeo de cinco minutos, elaborado pela produtora 9D, com imagens captadas também por drones. O resultado surpreendeu os visitantes. Quem elogiou bastante foi o governador do Maranhão, Carlos Brandão, que visitou a feira na abertura da programação, na sexta-feira (3). Ele e sua comitiva foram recebidos pelo diretor-presidente da Granorte, José Carlos Salgueiro.
Durante a visita, o governador Carlos Brandão se inteirou ainda mais sobre os pormenores do projeto de expansão da Avenida Litorânea, já que a Granorte é fornecedora de toda a brita e pedra rachão usadas na obra. Os materiais são indispensáveis para a duplicação da extensão da via, que passará de 7 para 14 km, melhorando a mobilidade urbana da Grande Ilha.
“Foi uma grande honra para a Granorte receber a visita do governador Carlos Brandão, que gostou bastante do nosso estande e conversou conosco sobre o trabalho que realizamos ao longo de 50 anos de história, bem como sobre o nosso compromisso no projeto de expansão da Avenida Litorânea. Aproveitamos a oportunidade para parabenizar o Governo do Estado por essa iniciativa, que dinamiza a nossa malha viária, implicando em mobilidade e desenvolvimento para a nossa cidade”, disse o sócio-diretor da Granorte, David Ferro.
O estande também recebeu a visita do presidente da Fiema, Edilson Baldes das Neves, e do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-MA, Celso Gonçalo. Além disso, o espaço recebeu uma equipe do Maranhão Atlético Clube (MAC) para uma noite de autógrafos, uma vez que a Granorte é empresa patrocinadora máster do time de futebol maranhense.
José Carlos Salgueiro considerou bastante enriquecedora a participação da Granorte na Expo Indústria Maranhão 2025 e parabenizou o Sistema Fiema e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) pela realização do evento.
“Sem dúvida alguma, um evento que possibilitou um ambiente estratégico para impulsionar a indústria maranhense. Gostaria de parabenizar todos os envolvidos e, claro, agradecer, em especial, ao time da Granorte que se voltou para este estande nos quatro dias de programação. Demos o nosso melhor para receber os visitantes e mostrar um pouco do nosso trabalho em prol do desenvolvimento do Maranhão”, finalizou David Ferro.

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Obra da Litorânea conta com expertise da Granorte no fornecimento e transporte de pedra brita

São necessárias, em média, 2000 toneladas de pedra rachão por dia, entre outras pedras; empresa atende a 100% da obra de ampliação da via
SÃO LUÍS – Um dos mais robustos projetos de mobilidade urbana do litoral maranhense, a duplicação da Avenida Litorânea segue a todo vapor. O trabalho é centrado em 5,1 km de extensão, trecho que integrá os municípios da Grande Ilha. Para se ter uma ideia da envergadura da obra, basta verificar a quantidade de pedra brita fornecida diariamente pela Granorte Mineração, única empresa local do ramo com capacidade para atender a 100% do projeto.
Somente de pedra rachão, medindo em torno de 1 metro, são necessárias, em média, 2000 toneladas por dia. Os caminhões fazem, em média, 90 viagens diárias, trabalho esse aos cuidados Granorte Transporte, em parceria com a Lucena Infraestrutura. A pedra rachão é utilizada em enrocamentos, ou seja, estruturas de contenção feitas com pedras para proteger áreas contra a erosão causada pela água. Um trabalho técnico e preciso que prepara o terreno para os próximos avanços da obra.
“O trabalho também é feito com pó de brita, brita zero, brita 01, brita 3 e brita 4. Tudo fornecido pela Granorte Mineração. Nós dispomos de duas usinas na pedreira e capacidade de produção mensal superior a 200 mil toneladas por mês”, frisa Pedro Salgueiro, da Granorte.
Segundo Aline Laurentino, técnica de planejamento da Lucena Infraestrutura, a obra contempla a instalação de 252 estacas, divididas em 10 eventos sequenciais. “Atualmente, estamos avançando na execução do enrocamento do evento das estacas 96 a 135, no trecho Praia do Meio”, enfatiza Aline Laurentino. O projeto inclui saneamento, iluminação, ciclovia, áreas de lazer, ponte e praça pública.
“Esta é uma obra estruturante que vai impactar positivamente também em Raposa, que é a região para onde a Grande Ilha está crescendo, representando um grande avanço para a mobilidade urbana. Uma iniciativa pensada para o crescimento da nossa economia e do turismo de toda a região”, disse o governador Carlos Brandão.
O projeto inclui ciclovia ao longo de toda a avenida, 10,2 quilômetros de calçadas amplas, três faixas de rolamento por sentido, sendo uma exclusiva para ônibus, ao lado da qual serão instalados novos abrigos para os usuários do transporte coletivo. Também haverá estacionamento a 45º do lado esquerdo da via, canteiro central em piso intertravado e iluminação pública em LED. Será executado sistema completo de drenagem pluvial e integração com o sistema de esgoto por meio de duas estações elevatórias.
Fluidez no tráfego
Um trecho da via será referente a uma ponte sobre o Rio Jaguarema, que fará a integração direta do novo eixo viário com a Avenida Atlântica, no Araçagi. Assim será possível dar mais fluidez ao tráfego, acessibilidade e conexão entre áreas urbanas. Na Praça de Iemanjá, já no bairro Olho d’Água, será executada uma ampliação do projeto de urbanização da área, que ganhará espaço de lazer, contemplação e valorização cultural e religiosa, área planejada para convivência comunitária, turismo e manifestações culturais. A infraestrutura moderna com acessibilidade, paisagismo e iluminação especial irá resgatar e valorizar a identidade simbólica e espiritual da orla maranhense.
Além de conectar a orla dos municípios de São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar, a extensão da Avenida Litorânea trará diversos outros benefícios. A via será uma alternativa eficiente entre a Avenida dos Holandeses e a MA-203 (Estrada da Raposa), reduzindo congestionamentos e melhorando a mobilidade regional. O novo trecho também oferecerá resposta do Estado ao desafio de trânsito e transporte intermunicipal.
A nova via também promoverá a dinamização econômica e inclusão cultural, valorizando diversas áreas destinadas ao turismo, lazer e comércio da orla da Grande Ilha, gerando oportunidades de trabalho tanto na economia formal quanto informal, fortalecendo atividades culturais locais, ampliando a inclusão produtiva, criando um circuito integrado entre economia, cultura e turismo.
O ordenamento territorial e a sustentabilidade ambiental também serão outros benefícios da obra, pois ela promoverá o controle do uso e ocupação das praias e áreas costeiras, restringindo a circulação de veículos sobre dunas, falésias e zonas de risco, promovendo o uso urbano ambientalmente equilibrado da orla, dando mais dignidade para a população local.

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Exportações do Maranhão já superam US$ 1 bilhão

As exportações maranhenses ultrapassaram a marca de US$ 1,066 bilhão, entre os meses de janeiro e março deste ano. Um crescimento de 2,2% em relação ao mesmo período de 2024. Com esse desempenho, o estado alcança o patamar de segundo maior exportador da região Nordeste, respondendo por 20% de toda a pauta exportadora da região.

Entre os produtos mais exportados, a alumina e o alumínio lideram a lista, com US$ 460,2 milhões, seguidos pela soja (US$ 227 milhões) e celulose (US$ 177 milhões). Juntos, os cinco principais produtos representam 88,7% do total exportado pelo estado.

Três países lideram o ranking de destinos das exportações maranhenses. O Canadá aparece em primeiro lugar, recebendo 35,3% do volume comercializado, seguido pelos Estados Unidos (19,4%) e pela China (16,2%).

No mesmo período, de janeiro a março, as importações do estado somaram US$ 924,8 milhões, o que representa um aumento de 21% frente ao primeiro trimestre do ano anterior. O Maranhão foi o terceiro maior importador do Nordeste, com destaque para a compra de óleos de petróleo ou minerais betuminosos, que corresponderam a 69,2% da pauta importadora.

Dentre os principais países fornecedores ao Maranhão, os Estados Unidos lideram com 36,2% das importações, seguidos pela Rússia (24,3%) e pela Índia (15,2%).

Mesmo com esse volume de compras, o saldo da balança comercial maranhense foi superavitário em US$ 141,4 milhões, o terceiro resultado positivo registrado desde 2020.

Os dados constam do Boletim do Comércio Exterior, documento elaborado com base em informações do sistema de estatísticas de comércio exterior do Brasil, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC),

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